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A mostrar mensagens de março, 2019

A autoridade limitadora

A autoridade limitadora Não respeitar a  privacidade  das crianças, não que elas tomem suas próprias decisões, e não incentivá-las a serem mais independentes são psicologicamente comportamentos controladores que prejudicam essas pessoas para a vida adulta. De acordo com o Dr. Maio Stafford, em entrevista para a imprensa francesa, o objectivo do estudo não é culpar os pais. “Os pais são muito importantes para o bem-estar das gerações futuras. As políticas socioeconómicos devem reduzir a pressão de modo que os pais possam desenvolver um melhor relacionamento com seus  filhos  “, acrescentou. Estudos anteriores já mostraram uma clara interferência negativa entre o stress, a dificuldade financeira vividas pelos pais e as relações com os seus filhos durante a infância.  Filhos do autoritarismo parental tendem a não reconhecer a autoridade dos pais. 

Pais autoritários = adultos infelizes

Pais autoritários = adultos infelizes Para obter as informações, foram ouvidos somente os filhos desconsiderando os argumentos dos pais. Os cientistas da  University College London  admitem que suas descobertas poderiam ser limitadas por causa deste método (pessoas que não estão satisfeitos são mais propensos a descrever seus pais como autoritários). No entanto, os pesquisadores observam que suas descobertas, publicadas no Journal of Positive Psychology, reforçaram estudos sobre o mesmo tema feitos anteriormente. Eles confirmam a teoria de que crianças que desenvolvem fortes laços emocionais com seus pais teriam relacionamentos mais felizes na  vida adulta . “O controle psicológico pode limitar a independência de uma criança e torná-la menos capaz de regular o seu próprio  comportamento “, diz o Dr. Maio Stafford, da Universidade College London. Pais autoritários durante a infância influenciam diretamente na vida adulta dos seus filhos. 

Filhos de pais autoritários têm mais problemas psicológicos, diz estudo

Um estudo britânico afirma que filhos de  pais autoritários  são mais propensos a serem infelizes na vida adulta. Os pesquisadores acompanharam e entrevistaram mais de 5.000 pessoas desde o seu nascimento em 1946, ou seja, dos primeiros dias de vida até a velhice. Segundo especialistas, já se sabia que as influências na infância poderiam ter um grande impacto no desenvolvimento do  cérebro , mas esse estudo é um dos primeiros a observar esses reflexos ao longo tempo. Os resultados mostraram que as pessoas que foram criadas de forma atenciosa, cordial e sensível se consideraram felizes na vida adulta. Já para aqueles que foram criados sob o  autoritarismo parental , relataram um reflexo negativo sobre o bem-estar, semelhante ao impacto da morte de alguém próximo, afirmaram os pesquisadores da  University College London . Estudo afirma que pais autoritários geram adultos infelizes e inseguros. 

5. Pais frios ou indiferentes para com os filhos, que não lhes dão mostras de carinho e afecto.

5. Pais frios ou indiferentes para com os filhos, que não lhes dão mostras de carinho e afecto. Os filhos costumam agir, nas relações com os companheiros e amigos, com a mesma indiferença e frieza com que foram tratados em casa. Costumam ser crianças tristes, pouco cordiais, que fogem das situações de convivência. E quando tentam relacionar-se com os outros, encontram dificuldades porque lhes falta o elemento central da amizade: o afecto.   O problema é maior quando a indiferença dos pais se converte em rejeição, que nem sempre é aberta: às vezes, expressa-se em atitudes de insensibilidade ou de prepotência. Essa rejeição diminui a auto-estima dos filhos, a segurança em si mesmos, e pode dar lugar, mais adiante, a condutas anti-sociais que resultam da necessidade de "descarregar" a agressividade acumulada ou de chamar a atenção dos outros.

4. Pais permissivos, excessivamente indulgente, que mimam os filhos e os deixam agir em função dos caprichos de cada momento

4. Pais permissivos, excessivamente indulgente, que mimam os filhos e os deixam agir em função dos caprichos de cada momento. Esta atitude leva os filhos a torna-se egoístas e fracos, a esperar dos outros uma atenção contínua e a não saber aceitar a frustração de um desejo, levando-os a reagir de forma impaciente e agressiva. Uma vez que toda a convivência exige dar e não apenas receber, essas crianças dificilmente se adaptam à vida em sociedade.

3. Pais superprotetores

3. Pais superprotetores, que oferecem aos filhos mais ajuda do que eles precisam e tendem a resolver-lhes os problemas, estão a criar um compromisso afectivo na base da dependência, a incutir um amor mal-entendido, ou a conduzir à fraca opinião acerca do filho, já que não acreditam nas suas capacidades e força para se defenderem e para agirem de acordo com os valores apreendidos em casa.   A criança superprotegida torna-se excessivamente dependente dos outros: precisa da atenção, aprovação e ajuda quase contínuas das outras pessoas. Não desenvolve a capacidade de valer-se por si: não sabe iniciar actividades próprias nem lutar por vencer as dificuldades que se lhe apresentam. Nessas condições, a mentalidade egocêntrica própria da criança prolonga-se pela vida fora e não lhe permite contribuir com nada de valioso para os outros.

1. Pais que não sabem nada dos filhos e mal lhes dedicam tempo.

1. Pais que não sabem nada dos filhos e mal lhes dedicam tempo. O pouco tempo de convivência com os filhos deve-se, às vezes, a ausências prolongadas e frequentes do lar, de um dos pais ou de ambos. Em consequência, os filhos não vêem a casa como um lar, mas como uma simples residência, um hotel.

2. Pais dominadores, possessivos, autoritários, excessivamente severos e exigentes

2. Pais dominadores, possessivos, autoritários, excessivamente severos e exigentes. Essas atitudes contribuem para tornar os filhos impulsivos e agressivos e, em muitos casos, para desenvolver uma personalidade insegura e instável. Todas estas características acarretam sérias dificuldades de adaptação aos grupos de brincadeiras e de estudo e à vida de amizade.

Efeitos sobre as crianças

Crianças de famílias disfuncionais, seja no momento ou à medida que crescem, podem: [11] carecer da habilidade de serem brincalhões ou simplesmente serem crianças e podem "crescer rápido demais"; contrariamente, podem crescer lento demais ou ter uma mistura de características (por ex. bom comportamento, mas incapaz de cuidar de si mesmos) ter moderados a graves problemas de saúde mental, incluindo uma possível depressão, ansiedade e pensamentos suicidas tornar-se viciadas em tabaco, álcool e/ou drogas, especialmente se os pais ou amigos fizeram o mesmo intimidar ou perseguir os outros ou ser uma vítima fácil disso (possivelmente tendo um papel duplo em diferentes contextos) estar em negação sobre a gravidade da situação da família ter sentimentos oscilantes entre amor e ódio para com alguns membros da família tornar-se  delinquentes sexuais , possivelmente incluindo  pedofilia . ter dificuldade em formar re...

Os seis papéis básicos

O Filho Bom (também conhecido como o herói): Um filho que assume o papel dos pais. O Filho Problemático ou Rebelde (também conhecido como o bode expiatório): Um filho que é culpado da maioria dos problemas disfuncionais da família, apesar de ser muitas vezes o único emocionalmente estável na família O/A Zelador(a): Aquele que assume a responsabilidade do bem-estar emocional da família A Criança Perdida: Um filho que é conspícuo e quieto cujas necessidades são normalmente ignoradas ou escondidas O Mascote: Um filho que usa da comédia para distrair os demais dos problemas familiares O Cérebro: Um filho que se torna oportunista, acumulando erros de seus parentes para chantageá-los e conseguir o que bem deseja. Muitas vezes o objecto de apaziguamento dos adultos

Dinâmica das famílias disfuncionais

O membro isolado da família (um pai ou um filho ir contra o resto da família que seria unida se tais oposições não existissem) Pai contra pai (brigas frequentes entre adultos, sejam casados, divorciados ou separados, que acontecem longe das crianças) A família polarizada (um pai e um ou mais filhos em cada lado do conflito) Pais contra filhos (disparidade de geração ou disfunção de  choque cultural ) A família "balcanizada" (nomeado em referência à triangular  guerra  nos  Bálcãs , onde as alianças mudavam a todo momento) "Cada um por si" (uma família em que as brigas são "todos contra todos," embora pode se tornar polarizada quando a gama de opções possíveis é limitada)

Lista de outros estilos de criação disfuncional

De uso (pais destrutividade narcisistas que governam mediante ao medo e amor condicional) De abusar (os pais que usam de violência física ou emocional, ou abusam sexualmente de seus filhos) Perfeccionismo (fixar-se na ordem, no prestígio, no poder e/ou nas aparências perfeitas, enquanto previnem que seus filhos falhem em qualquer coisa) Dogmático ou  ditatorial  ( disciplina  inflexível e dura, com crianças impedidas de, dentro da razão, dissentir, questionar a  autoridade  ou desenvolver seu próprio sistema de  valores ) Parentalidade desigual (ir aos extremos por um filho enquanto continuamente ignora parcialmente ou totalmente as necessidades dos outros) De privação (controlar ou descuidar mediante retenção de amor, apoio, necessidades, simpatia, elogios, atenção, encorajamento, supervisão ou de alguma outra maneira pôr em risco o bem-estar de seus filhos) Abuso entre irmãos (pais deixarem de intervir quando um irmão maior abusa fisicamente ou sex...

Criação dos filhos - Sinais não saudáveis de criação

Lista dos sinais de criação insalubres que poderiam levar uma família à disfuncionalidade:  Expectativas irrealistas De ridicularizar Amor condicional Falta de respeito; especialmente o desprezo Intolerância emocional (membros da família impossibilitados de expressarem as emoções "incorretas")  Disfunção social ou isolamento (por exemplo, os pais não querem acercar-se de outras famílias, especialmente as que têm filhos do mesmo sexo e da mesma faixa etária ou não fazem nada para ajudar aquele filho que não tem nenhum amigo)  Discurso de afogado (às crianças não é permitido questionar ou discordar da autoridade de seus superiores)  Negação de uma "vida interior" (às crianças não é permitido o desenvolvimento de seu próprio sistema de valores)  Ser superprotetor ou subprotetor Preferir uma criança à outra (ou seja, ter um filho favorito, ignorando o outro) Ser apático  "Não me importa!" Menosprezar  "Você não faz nada direito!" Vergo...

Família disfuncional : Características comuns- Não universais

Embora não universais e em momento algum exclusivos a elas, os seguintes sintomas são típicos de famílias disfuncionais: Níveis anormalmente altos de ciúme ou outros comportamentos controladores Casais divorciados ou separados em conflito constante ou casais que deviam separar-se, mas não o fazem (em detrimento de seus filhos) As crianças têm medo de falar (dentro ou fora da família) sobre o que está sucedendo no lar ou têm medo de seus pais Falta de tempo compartido, especialmente em actividades recreativas e eventos sociais ("Nós nunca fazemos nada como uma família") Comportamento sexual anormal como o adultério ou a promiscuidade. Membros da família (incluindo as crianças) que renegam uns aos outros e/ou evitam serem vistos juntos em público (tanto unilateralmente quanto bilateralmente)

Família disfuncional : Características comuns- Quase universais

Estes sintomas ocorrem na maioria das famílias disfuncionais: A falta de empatia, compreensão e sensibilidade para com alguns membros da família, enquanto em outras situações expressa-se uma extrema empatia a outros membros (inclusive animais de estimação), que por sua vez possuem "necessidades especiais" (reais ou percebidas). Em outras palavras, um membro recebe mais mimos e/ou atenção do que merece enquanto outro membro é marginalizado. A negação (a recusa de reconhecer o comportamento abusivo, também conhecido como o "elefante na sala de estar") Limites inadequados ou inexistentes para si próprio (por exemplo,condescendência ao tratamento inadequado dos demais, falha em expressar o que é um tratamento aceitável e inaceitável e tolerância ao abuso emocional, sexual ou físico) A falta de respeito com os limites dos outros (por exemplo, desfazer-se de objectos pessoais pertencentes a outrem, o contato físico desrespeitoso, quebrar promessas importantes sem mo...